
TRANSFORMAMOS
OS LUGARES
ONDE ATUAMOS
Na EDA, transformamos os lugares onde atuamos, partindo do património existente, dos materiais disponíveis, das plantas autóctones, das memórias coletivas e das boas ideias que surgem em conversa, numa lógica de recuperação e preservação que está atenta ao passado e ao futuro.
Os nossos projetos cruzam a intervenção urbana com a ação climática e a programação cultural, convocando disciplinas que constroem soluções circulares e sustentáveis. A participação é um princípio fundamental na EDA. Privilegiamos processos colaborativos e abertos, que envolvem crianças, jovens e adultos, através de ações de sensibilização e educação informal. Acreditamos que as soluções criadas em conjunto são mais resilientes. Aproximamos pessoas e entidades, transformando ideias em ações. Atuamos sobretudo na Trafaria, mas também noutras geografias quando convidados por parceiros que estão alinhados com as nossas prioridades. No Antigo Presídio da Trafaria, montámos uma Oficina de Carpintaria e um Laboratório de Transformação de Plástico, que atualmente são partilhados com os parceiros Mergulho Urbano e Brigada do Mar.
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EIXOS
EDA
INTERVENÇÃO URBANA
85% dos projetos já desenvolvidos incluíram construção, realizada a partir da Oficina de Carpintaria. Aí, arquitetos, carpinteiros e designers construíram, e constroem, infraestruturas para diversos espaços, desde o centro da cidade à praia. Procuramos soluções alinhadas com os princípios do ecodesign, numa lógica de reutilização e otimização de materiais.
AMBIENTE
Na área do ambiente, o nosso foco tem sido proteger e regenerar ecossistemas, promover a agricultura urbana e transformar o plástico recolhido, durante ações de limpeza, em novos produtos. Para isso, apostamos no envolvimento das escolas e de outras comunidades locais, promovendo uma cidadania mais ativa e contribuindo para mitigar os impactos das alterações climáticas.
CULTURA
Na área da cultura, a programação convida artistas, contadores de histórias, cozinheiros e muitos outros profissionais a cocriar com moradores locais. Residências artísticas e cozinhas comunitárias são formatos que privilegiamos, pois permitem aprofundar relações. Para
a EDA não existem “espaços culturais”: todos os espaços são espaços de cultura e basta dotá-los de algumas infraestruturas.
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